Seja todos Bem vindo ao nosso blog

Eu tenho um sonho alem de meus desejos,Todos nos temo um sonho que se se limita em apenas querer algo.

Chinelos Personalizados

Faça um orçamento peça o seu também..E-mail:alexsandro2145@hotmail.com.Fone:63 9202-9365.

Anuncie na Web

Der mais Credibilidade a sua Marca.

Chinelos Personalizados

Ta na Moda,Visite nossa Pagina no Facebook.

DEUS SEJA LOUVADO

Bem aventurado é o homem que medita na lei do senhor de dia e de noite,Salmos 1vs2.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Filme conta história de stripper que tornou-se pastora


A rede de TV Lifetime teve bom retorno ao exibir um filme baseado em uma história real, que mostra uma espécie de “versão moderna da parábola do filho pródigo”. “Pastora Brown” é a cinebiografia de Jesse Brown, filha de um pastor batista que abandonou a família para tentar a vida fácil em Nova York e acabou se tornando uma dançarina em uma casa de strip tease.
Quando o pai de Jesse fica gravemente doente, ela é forçada a voltar para sua cidade-natal, Atlanta, e com isso repensar sua vida ao lado do leito de morte do pai.  Aos poucos ela recomeça sua vida e tenta provar a todos que não esqueceu o chamado divino que tinha desde criança. O longa tem a participação especial do conhecido televangelista e autor Creflo Dollar  e várias músicas gospel na trilha sonora.
“Esta mulher teve uma incrível jornada de vida… é um grande filme para inspirar as pessoas”, disse a atriz principal Salli Richardson-Whitfield “Não importa o que você tenha feito em sua vida ou a que ponto chegou, sempre poderá se recuperar com a ajuda de Deus… Eu acho que essa é uma mensagem maravilhosa para ser lembrada”.
A atriz principal, que é evangélica, ressalta “Minha família toda vai à igreja e Deus tem nos dado graça e perdoado os nossos pecados … É sobre isso que se trata o filme… O caminho percorrido por (Jesse) é longa e mostra bem os conflitos com sua irmã, seu pai e seu filho, que ela abandonou e agora quer reconquistar”. É difícil uma mulher com um passado ‘nebuloso’ provar às pessoas que mudou de vida e recebeu um legítimo chamado de Deus.
O diretor, produtor e ator do filme Rockmond Dunbar, já participou de outros filmes cristãos e seriados de TV conhecidos, mas disse que há uma cena particularmente impactante nesta produção.
Trata-se do momento em que o pastor Brown, sabendo que vai morrer, pede que o diácono Harold Todd cuide da igreja e de sua família por ele. Segundo Dunbar, isso mostra força do amor entre os cristãos em um mundo que parece não acreditar mais que isso seja possível.
O filme demorou quase três anos para estrear. Estava pronto desde o final de 2010, mas não encontrava abertura dos canais de TV e teve problemas com a empresa que o produziu. Mas agora, com a recepção positiva que teve, Dunbar comemora a chance de vê-lo se tornar um seriado. Ele afirma que isso seria uma grande oportunidade de levar valores cristãos para a casa das pessoas.
“Pastora Brown” foi escrito por Rhonda Baraka e estreou nos EUA em 15 de fevereiro. Não há informações de quando chegará ao Brasil. Com informações Christian Post.


Ex-diretor da Disney lança filme sobre mundo espiritual

  Estreou nesta semana a versão em espanhol do filme “The Greatest Miracle” [O grande milagre], após dois anos de a produção ter chagado aos cinemas americanos. O filme independente, em animação computadorizada 3D, conta com a direção de Bruce Morris, que trabalhou em produções da Disney como Pocahontas, Hercules e Procurando Nemo. A trilha sonora ficou a cargo de Mark McKenzie, que foi indicado ao Oscar por seu trabalho em “Dança com Lobos”.
A história gira em torno de três pessoas que são atraídas de maneira sobrenatural para uma catedral. Monica, viúva pobre e mãe de uma criança de 9 anos, Don Chema, um motorista de ônibus que tem um filho muito doente e Dona Cata, uma idosa que sente que sua missão de vida ainda é longa.
Eles passam por uma experiência única, sendo capazes de enxergar a realidade do mundo espiritual. Com isso, eles passam a entender melhor o sentido da vida e renovam sua fé, amor e esperança em seus corações.
Ainda sem previsão de lançamento no Brasil, “O Grande Milagre” enfrentou várias dificuldades para ser distribuído por causa de sua abordagem religiosa. Embora use técnicas de animação mais comuns em filmes infantis, ele foi planejado para ser assistido por toda a família.
Os produtores optaram por uma perspectiva católica, por isso alguns trechos do filme falam sobre purgatório e a perspectiva de justaposição da Cruz de Cristo na Eucaristia, e o papel dos “anjos da guarda”. Com informações Christian Post.

Ex-Batman será Moisés em novo filme


Com o objetivo de aproveitar a “onda de sucesso” que minissérie A Bíblia do History Channel obteve na TV, dois estúdios estão acelerando seus projetos de filmes baseado no livro bíblico de Êxodo.
Mais conhecido por seu papel como Batman, Christian Bale está confirmado para interpretar Moisés no próximo longa da Fox Film dirigido por Ridley Scott. “Êxodo” terá o foco na vida do líder do Antigo Testamento, incluindo seu relacionamento com o Faraó Ramsés II.
Enquanto isso, Steven Spielberg anunciou que não será mais o diretor do filme “Gods and Kings” [Deuses e Reis], projeto da Paramount Studios, que deve anunciar como substituto Ang Lee, o recente ganhador do Oscar por “As Aventuras de Pi”.
Deuses e Reis já foi descrito como um filme biográfico sobre Moisés com uma mistura de narrativa bíblica com uma pitada de luta pela libertação de um povo, ao estilo “Coração Valente”.
O site especializado em cinema Deadline.com afirma que o sucesso de público da minissérie A Bíblia comprova que os temas bíblicos têm um público cativo e “certamente existe uma audiência global esperando uma releitura da história de Moisés. Com tantos avanços tecnológicos desde o filme Os Dez Mandamentos, de 1956, um dos maiores sucessos de bilheteria de seu tempo”. Mas os dois longas não devem estrear antes de 2014. Com informações de Charisma News. 


Graça Filmes lança “Apóstolo Pedro e a Última Ceia”

O filme Apóstolo Pedro e a Última Ceia promete conquistar os cristãos. Ganhador do selo da The Dove Foundaton – respeitada instituição americana de avaliação de obras audiovisuais –, o longa-metragem mostra passagens conhecidas de Jesus Cristo sob o olhar de Pedro, um dos seus discípulos mais conhecidos.
A produção tem nomes de peso no elenco, como Bruce Marchiano e Robert Loggia.
Com um final surpreendente, o filme traz lições de fé, esperança, amor a Deus e salvação.
Sinopse:
O ano é 67 d.C. Os romanos continuam a perseguir os adeptos do cristianismo, acusados de conspiração contra o Império. Nesse momento, dois carcereiros da prisão Mamertina prendem o apóstolo Simão Pedro da Galileia (Robert Loggia), já ancião. Em um emocionante relato, o discípulo e amigo de Jesus relembra a sua forte amizade com o Salvador, os Seus atos de bondade e os momentos de ensinamentos.
O apóstolo conta em detalhes um dos fatos mais importantes da História da humanidade, a Última Ceia, na qual Jesus (Bruce Marchiano) repartiu o pão, compartilhou o vinho, lavou os pés dos presentes e anunciou a traição de um dos apóstolos.


Hoje é um Dia de Salvação para nós!


O evangelho de São João diz-nos que Cristo Ressuscitado nos dá a Água Viva que faz jorrar no nosso íntimo a Vida Eterna (Jo. 4, 14). Esta Água viva, acrescenta o mesmo evangelho, é o Espírito Santo que Cristo, ao ressuscitar, nos comunica de maneira nova (Jo 3, 37-39).

Deste modo, ao ressuscitar, Jesus tornou-se o Novo Adão que, através do Espírito Santo, vai corrigindo em nós as distorções operadas pelo pecado do primeiro Adão. O Livro do Génesis diz que o primeiro Adão, devido ao seu pecado, nos fechou as portas do Paraíso (Gn 3, 23-24).

O Novo Adão abriu-nos de novo as portas do Paraíso, como Jesus diz ao Bom Ladrão no momento da sua morte e ressurreição. Eis as palavras de Jesus: “Em verdade te digo que, hoje mesmo, estarás comigo no Paraíso (Lc 23, 42-43).

Segundo o evangelho de São Mateus, no momento em que Jesus morre e ressuscita, os justos começam a ressuscitar com Cristo (Mt. 27, 52).  Portanto, ao vencer a morte, Jesus comunicou-nos o Espírito Santo que é o sangue de Cristo ressuscitado a circular no nosso coração.

De facto, o Espírito Santo é o Sangue da Nova e Eterna Aliança que anima e fortalece a Vida Divina a circular em nós. Por outras palavras, o Espírito Santo é o vínculo maternal que nos incorpora na comunhão da Família de Deus como filhos de Deus Pai e irmãos de Cristo (Rm 8, 14-16).

É também pelo Espírito Santo que Jesus de Nazaré, o Filho de Maria e o Filho Eterno de Deus, sem se confundirem, fazem um e o mesmo Cristo. Por outras palavras, o Espírito Santo é o vínculo maternal que une e dinamiza a interioridade humana de Jesus com a interioridade divina do Filho Eterno de Deus.

Por ser homem connosco Jesus está organicamente unido a todos os seres humanos a partir do coração de cada ser humano. Isto quer dizer que a Humanidade, organicamente unida a Jesus, forma o Cristo total.

A Humanidade, portanto, forma um todo orgânico com Jesus ressuscitado. O evangelho de São João diz que nós somos os ramos da videira cuja cepa á Jesus Cristo (Jo 15, 1-8).

Apesar de ser um homem como nós, Jesus Cristo também pertence à esfera de Deus. Na verdade, a sua interioridade espiritual humana interage directamente com a interioridade divina do Filho de Deus, graças ao Espírito Santo, que é o animador desta reciprocidade amorosa humano-divina.

Por estar organicamente unido a nós, Cristo comunica-nos o Espírito Santo de modo intrínseco, isto é, como sangue do Senhor Ressuscitado, graças à interacção orgânica e dinâmica que nos une.

Associando a ressurreição de Jesus à comunicação do Espírito Santo, o evangelho de São João diz que a carne que Cristo nos dá na Eucaristia é uma realidade espiritual, não biológica (Jo 6, 62-63). Por outras palavras a carne e o sangue que Jesus nos dá a comer é a comunicação do Espírito Santo que nos vivifica e diviniza.

Eis as palavras do evangelho de São João: “E se virdes o Filho do Homem ressuscitar e voltar para onde estava antes. A carne não serve para nada. As palavras que vos disse são Espírito e Vida” (Jo 6, 62- 63).

Isto quer dizer que a Eucaristia é um sacramento que proclama, visibiliza e corporiza a acção salvadora de Jesus ressuscitado a actuar em nós pelo Espírito Santo. É esta a dinâmica do Novo Adão o qual é a cabeça da Nova Criação, como diz São Paulo (2 Cor 5, 17-19).

Com Cristo ressuscitado, a Humanidade atingiu a plenitude dos tempos, isto é, o limiar da ressurreição e integração na comunhão da Família divina. Se Cristo não fosse homem, nós não éramos divinos, pois somos divinizados pelo facto de formarmos uma união orgânica e dinâmica com ele.

Por outras palavras, ao comunicar-nos o dom do Espírito Santo, Jesus Cristo torna-se a fonte da vida eterna para nós. Podemos dizer que Jesus Cristo, ao ressuscitar, colocou a Vida Eterna ao nosso alcance!

Querendo afirmar que Deus não criou a Humanidade para a morte, o Livro do Génesis diz que no centro do Paraíso estava a Árvore da Vida cujo fruto dava a Vida Eterna aos que o comessem (Gn 3, 23). Isto quer dizer que a Vida Eterna não é inerente à condição natural do ser humano, mas sim uma graça que nos vem da Árvore da Vida. Depois o Génesis acrescenta que, devido ao seu pecado, Adão ficou impedido de comer o fruto da Árvore da Vida (Gn 3, 24).

Ao ressuscitar, Jesus Cristo abre de novo as portas do Paraíso. Segundo a linguagem da Eucaristia a Carne e o Sangue de Jesus, isto é, o Espírito Santo, é o fruto da Árvore da Vida: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna e eu hei-de ressuscitá-lo no último dia. Na verdade, a minha carne é uma verdadeira comida e o meu sangue uma verdadeira bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue fica a morar em mim e eu nele. Assim como o Pai que me enviou vive e eu vivo pelo Pai, assim também, quem me come viverá por mim” (Jo 6, 54-57).

Deste modo, a Árvore da Vida renova-nos e liberta-nos do pecado do velho Adão. É hoje que Cristo Ressuscitado, o Novo Adão, está a fazer emergir em nós o Homem Novo. A Primeira Carta aos Coríntios, diz que o primeiro Adão era apenas um ser vivente, enquanto Cristo Ressuscitado é um espírito vivificante, isto é, a fonte da Vida Eterna (1 Cor 15, 45). Recorrendo à simbologia da Eucaristia, São Paulo diz que estamos organicamente unidos a Cristo, o Novo Adão, pois somos membros do seu corpo (1 Cor 12, 27). Nós só podemos dar frutos de vida na medida em que estivermos organicamente unidos a Cristo, tal como os ramos da videira estão unidos à cepa (Jo 15, 4-5).

A seiva que vem da cepa para os ramos e os torna fecundos é o Espírito Santo. Mediante a presença recriadora do Espírito Santo em nós, somos assumidos e incorporados na Família da Santíssima Trindade.

Isto quer dizer que a plenitude do Homem não é o humano mas o Divino!


Câmara de Curitiba rejeita homenagem a pastor Silas Malafaia


Vereadora Carla Pimentel queria homenagear o pastor Silas Malafaia (Foto: Divulgação/Câmara de Curitiba e Ana Graziela Maia/G1 AM)

Um projeto de lei que tinha por objetivo conceder a honraria de cidadania honorária de Curitibaao pastor carioca Silas Malafaia foi rejeitado na Câmara Municipal na terça-feira (30). A proposta, apresentada pela vereadora Carla Pimental (PSC), recebeu parecer contrário na Comissão de Legislação, Justiça e Redação – primeira instância onde tramitam as iniciativas da Casa.
De acordo com Pimentel, a intenção de homenagear o pastor é relacionada ao trabalho de Malafaia como líder da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, cujos eventos são realizados, também, em Curitiba. A justificativa, porém, não foi considerada suficiente pelo relator, vereador Pier Petruzziello.
“Está claro (...) que é de competência da Câmara conceder honrarias a pessoas que, reconhecida e comprovadamente, tenham prestado serviços relevantes ao município, e isto não está claro no projeto”, sustentou o relator. O projeto foi devolvido à autora da proposta para que ela anexe mais informações à justificativa, sem prazo definido para retorno.
A mesma sessão da comissão ainda concedeu parecer favorável ao projeto que homenageia o músico Plínio Oliveira e o que cria o Dia da Memória Ferroviária – a ser celebrado no dia 2 de fevereiro. Também foram rejeitados dois projetos do vereador Dirceu Moreira (PSL) relacionados a normas de estacionamentos, e outro dos vereadores Cacá Pereira (PSDC) e Jorge Bernardi (PDT), sobre a instalação de lavatórios em estabelecimentos comerciais.
Fonte:g1globo.com Divulgação sonhosgospel

terça-feira, 30 de abril de 2013

A FAMILIA SOB ATAQUE-28 DE ABRIL DE 2013 COMENTÁRIO DA ESCOLA BÍBLICA DO MUNICAL LIÇÃO 4



A FAMILIA SOB ATAQUE


O Que Fazer Quando a Família Está Sob o Ataque do Inimigo

1 SAMUEL 30:1-20



INTRODUÇÃO

1. A vida familiar é um campo de guerra mais do que um parque de diversões. Há uma orquestração do mal contra a família. Torpedos mortíferos são lançados sobre a família. A família é o campo das batalhas mais rehidas que travamos.

2. Muitos casais têm sido espoliados, roubados e saqueados: 1) Do primeiro amor; 2) Diálogo – comunicação; 3) Romantismo; 4) Harmonia.


3. O inimigo sempre que ataca a família procura atingir cinco áreas vitais:
a) Dinheiro – As maiores crises na família hoje são por causa de dinheiro. Há batalhas dentro do lar por causa de dinheiro. Gastamos hoje cinco vezes mais do que na década de 1950. O luxo de ontem é a necessidade do hoje. Compramos o que não precisamos, com o dinheiro que não temos, para impressionar as pessoas que não conhecemos.
b) Filhos – Os filhos estavam nas mãos do inimigo. Um pai e um mãe não podem estar bem quando os filhos estão cativos nas mãos do inimigo.
c) Saúde – Davi estava angustiado. Doenças emocionais, psicossomáticas: depressão.
d) Casamento – As mulheres estavam cativas. Famílias arrebentadas.
e) Amizade – Os homens de Davi se voltaram contra ele e queriam apedrejá-lo.


4. Por que a família de Davi é atacada?

a) Cônjuges que não vigiam o casamento – caminham na direção do perigo, vivem flertando o pecado, dedicam muito tempo às coisas e quase nenhum a relacionamentos. Exemplo: o homem que estava se separando depois de 14 anos de vida conjugal, porque ele trabalhava das 6 às 17 e ela das 18 às 23h.
b) Pais que não vigiam os filhos – Eli, Davi, Águia.
c) Pessoas que não vigiam sua comunhão com Deus – vão ficando secos, áridos, sem alegria.


I.O ATAQUE DO INIMIGO À FAMÍLIA

1. Foi um ataque feroz – v. 1

· O diabo não brinca. Ele não tira férias, não descansa. Ele é maligno, assassino, ladrão, mentiroso, maligno.
· O inimigo tem feito estragos na família: muitos casais vivem juntos, mas sem amor; outros vivem juntos por causa dos filhos; outros vivem se espetando; filhos que são rebeldes.
· Um pastor: “Pastor, o diabo jogou lama na minha cara”.
· A mulher de vitória: “Pastor eu levei toda a minha família para o cemitério”.


2. O inimigo feriu a cidade – v. 1

· Há pessoas feridas dentro da família, da igreja.
· Há pessoas com mágoas: falta de perdão.
· A enfermeira: “Eu carrego uma alma ferida”
· Gente que não se perdoa. Que não supera os traumas do passado, os abusos.


3. O inimigo atingiu a família – v. 3,4

· Mulheres cativas
· Jovens cativos (Ex 8:25; 8:28; 10:10,11; 10:24,26).
· O lenço branco.


4. O inimigo jogou uns contra os outros – 6

· A transferência
· A murmuração
· A necessidade de jogar a culpa em alguém.


5. O inimigo celebra suas vitórias contra nós – v. 16

· Sansão: a) quebrou seus votos de Nazireado; b) enganado, impotente, injuriado.


II. O QUE FAZER PARA RESTAURAR A FAMÍLIA

1. Deve haver uma reação de inconformação com o caos – v. 4

· Há pessoas que não reagem – Eli
· Gente que não crê em mudança – Gabriela: “Eu nasci assim, eu cresci assim, vou morrer assim”.


2. Deve haver um choro profundo – v. 4

· Nós perdemos a capacidade de chorar.
· Estamos perdendo de goleada e não choramos.
· Jesus: Filhas de Jerusalém, chorai por vós mesmas e por vossos filhos.
· Davi chorou em público – Quem chora está dizendo que algo está errado.
· Neemias chorou – ao saber do opróbrio de Jerusalém.
· Jesus chorou – sobre Jerusalém.
· William Both – Experimente chorar!
· Tim Cimbala


3. Devemos nos reanimar em Deus – v. 6

· Não porque a situação é fácil, porque o inimigo é fraco, porque somos fortes, mas em Deus.
· Davi não ficou magoado com Deus. Ele não fugiu de Deus, Ele correu para Deus.
· A história de Sara.

· 4. ória de Sara.


4. Devemos buscar a Deus em oração – v. 8

· Deus o que eu vou fazer? Me conformar? Aceitar passivamente a decretação da derrota?
· Você precisa restaurar o altar da oração que está em ruínas na sua vida, no seu lar.


5. Devemos agir com base nas promessas de Deus – v. 9

· Quem vive pela fé pisa no terreno dos milagres.
· Deus não promete ausência de luta, mas vitória certa.
· Davi saiu, lutou, venceu.
· Ilustração: O jogo não acabou.


6. Devemos tomar de volta tudo o que o inimigo levou – v. 17-20

· Não deixe nada nas mãos do inimigo.
· Êxodo 10:26 – Nem uma unha ficará no Egito.
· Você não foi criado e salvo para ser um derrotado, um fracassado. Você foi chamado por Deus para ser um vencedor. Você é filho, herdeiro, a menina dos olhos de Deus. Você é filho do Rei.
· Não abra mão do seu casamento.
· Não abra mão dos seus filhos. Você não gerou filhos para o cativeiro. Seus filhos são filhos da promessa.
· Toma de volta o que Deus lhe deu!



O CASAMENTO BIBLICO 14 DE ABRIL DE 2013=LIÇÃO 2 COMENTARIO DA REVISTA DA ESCOLA BIBLICA DOMINICAL

Leitura Bíblica: Gn. 1.27-31; 2.18-24.


INTRODUÇÃO

Diferentes modelos de casamentos são apresentados à sociedade, principalmente na mídia, como alternativos. Mas, de acordo com a Bíblia, a Palavra de Deus, existe apenas um padrão bíblico para o casamento. Na lição de hoje, mostraremos, a princípio, que a Bíblia, a Palavra de Deus, determina como deve ser o casamento, ainda que as culturas modernas, e pós-modernas, queiram impor seus modelos antibíblicos. 

No dicionário a palavra Casamento é definida como: s. m.
1. Acto ou efeito de casar. 2. Contrato de união ou vínculo entre duas pessoas que institui deveres conjugais. = MATRIMÔNIO 3. Cerimónia ou ritual que efectiva esse contrato ou união. = BODA 4. [Figurado] União, associação, vínculo.

O casamento aos moldes bíblicos vai muito além da união emocional e da junção de corpos, é um compromisso moral e legal, que transcende à esfera espiritual. Para compreender o quanto é significativo aos cristãos a tradição do casamento, é necessário investir algum tempo em estudo bíblico. Por desinteresse em saber qual é a vontade divina para o homem e a mulher é que há nos dias atuais na sociedade pós-moderna tantos casos de infidelidade conjugal, desentendimentos dentro de lares e um grande número de divórcios. A falta de conhecimento da Palavra de Deus leva o povo à destruição (Oséias 4.6; 1 Corintios 7.3-5).

1. CERIMÔNIA MATRIMONIAL

O noivo próximo ao altar. O templo decorado de maneira impecável especialmente para a cerimônia. A entrada de uma bela garotinha, a caminhar sobre um tapete vermelho no corredor central, segurando delicadamente com luvas brancas um vaso de pétalas onda está o par de alianças, causam a admiração dos convidados; a marcha nupcial e a noiva ao entrar com um lindo vestido branco acompanhada de seu pai vestido com roupa de gala causam admiração ainda maior de todos. Os nubentes ouvem o pastor falar sobre o que representa a união matrimonial, estimula os dois a trocarem juras de fidelidade e amor eterno um ao outro, solicita que coloquem anéis na mão esquerda um do outro, a beijarem-se, e depois permite que saiam com braços entrelaçados pelo corredor da igreja, enquanto todos os olhares e flashes de câmeras fotográficas e câmeras de filmagem estão sobre eles. Esta é a cena que nove entre dez jovens garotas sonham viver um dia, e acreditam que após vivenciá-las serão feliz para sempre.

Mas será que apenas esse evento representa o casamento como Deus idealizou? A Bíblia não apresenta padrão ou ordem cerimonial específica referente ao casamento, mas sem dúvida toda pompa e circunstância cerimonial lembra o grau de importância que é a união de um homem com uma mulher aos olhos do Criador de todas as coisas. Porém, há muito mais que isso.

O principal objetivo da cerimônia de casamento deve ser deixar claro aos convidados presentes, e indiretamente para todas as pessoas ausentes, que os noivos estão compromissados mais seriamente um com o outro, realizaram um pacto solene diante de Deus de união a dois por toda a vida e em todas as circunstâncias. É um importantíssimo testemunho cristão para a sociedade secular. Se houver no coração dos noivos mais do que a mera afiliação religiosa, houver compromisso real com Deus, então, com certeza a aliança de ambos será também na esfera espiritual e Deus os manterá em nível de sucesso conjugal, bem distantes das taxas de infelicidade e divórcio que tem sido uma constante entre casais seculares. A genuína fé em Cristo salva o cristão de sofrer muitos males (Mateus 6.13; Hebreus 13.4).

Um dos objetivos principais daqueles que se opõem ao padrão bíblico para o casamento, é descredenciar a autoridade da Bíblia. Para tanto, afirmam que a Bíblia não passa de um livro humano, e que, por isso, é produto da cultura e de uma época. Por conseguinte, tentam inculcar na sociedade que os valores exarados nas Escrituras não mais se aplicam aos dias atuais. É muito comum ouvir expressões tais como “papel cabe tudo”, ou “a Bíblia é a palavra de homens”. No entanto, uma análise criteriosa da Bíblia mostrará que ela apresenta consistência interna e externa que comprava que se trata de Palavra de Deus, não apenas de homens. 

A Bíblia não é apenas um livro, mas uma biblioteca - bíblia, plural de livros em grego, composta de 66 livros, sendo 39 do Antigo e 27 do Novo Testamento. Os textos foram escritos por homens, ao longo de 1.500 anos, a divisão em capítulos e versículos foi feita no século XV d. C. A Bíblia, ainda que tenha sido escrita por humanos, não é exclusivamente humano, pois, conforme aponta Pedro, ela foi inspirada por Deus (II Pe. 1.20,21). Paulo assegura que toda a Bíblia, de Gênesis a Apocalipse, é divinamente inspirada, theopneustos em grego, isto é, soprada por Deus (II Tm. 3.16,17). Por conseguinte, ela é proveitosa, é útil para revelar os desígnios de Deus, e principalmente, para sua santificação em Jesus Cristo.
Tudo o que foi escrito nas Escrituras tem um propósito, Deus, Aquele que inspirou os autores humanos, assim o fez para a edificação do Seu povo (Rm. 15.4; I Co. 10.11). Por isso a Bíblia deve ser amada e estudada por todos aqueles que professam a fé cristã (I Pe. 3.15; II Tm. 2.15; Is. 34.16; Sl. 119.130). A principal razão para considerar a Bíblia é que o Senhor Jesus lhe conferiu autoridade (Jo. 7.17), tendo em vista que as Escrituras testificam a respeito dEle (Lc. 24.44). Mas é preciso que a Bíblia seja interpretada apropriadamente, atentando para o texto e o contexto, com discernimento espiritual (I Co. 2.14), reconhecendo também nossas limitações (I Co. 13.12).

2. A COSMOVISÃO HUMANA SOBRE O CASAMENTO E O CARTÓRIO CIVIL

2.1 Existe várias visões acerca do casamento bíblico, por exemplo, alguns afirmam que a Bíblia respeita e recomenda o casamento, mas nunca diz que Deus somente o considera válido se for oficializado em algum cartório. Assim, pessoas que praticam o sexo antes do casamento civil, não estão necessariamente cometendo fornicação e nem outro tipo de pecado.

A lei de Moisés, que continha instruções tanto espirituais e simbólicas quanto de higiene e organização social, não ordenava que se fizesse algum tipo de certidão para comprovar que duas pessoas se casaram, embora houvesse uma certidão de divórcio:

“QUANDO um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então será que, se não achar graça em seus olhos, por nela encontrar coisa indecente, far-lhe-á uma carta de repúdio, e lha dará na sua mão, e a despedirá da sua casa.” (Deuteronômio 24 : 1)

A certidão de divórcio servia para proteger a mulher, para que ela pudesse ter a chance de se casar novamente assim como a certidão de casamento atual brasileira só serve para proteger as partes em caso de divórcio ou desarmonia.

Outros, inclusive nós, acreditamos que em relação a certidão de casamento civil com certeza havia na época, pois o vers abaixo fala de “lei do marido”, quando se fala de lei nesse versículo esta falando de papel (contrato civil) e não religioso (Cerimonial).Então com certeza havia na lei de moisés o contrato civil(casamento).

“Porque a mulher casada está ligada pela lei a seu marido enquanto ele viver; mas, se ele morrer, ela está livre da lei do marido.” (Romanos 7:2)

Tradução: “Porque a mulher casada está ligada pelo contrato civil(lei) a seu marido enquanto ele viver; mas, se ele morrer, ela está livre da lei do contrato.(lei do marido).”

Então nos deixa claro que as pessoas só são consideradas casadas de o for também perante a “lei do marido”(contrato civil). Tudo que ligares na terra sera ligado no céu. (Mateus 16:19)

Outra coisa é o fazer sexo antes do casamento civil. Bom se não são casados perante contrato civil(lei do marido), então não são considerados casados e se não são casados não podem fazer sexo por q no caso seria prostituição(impureza) ou pecado, pois não seriam os dois uma so carne pois não são casados. E se não são casados não são proprietários um do corpo do outro.

“A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido; e também da mesma sorte o marido não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher”.(1 Corintios 7:4)

Sexo fora do casamento é prostituição e peca contra seu próprio corpo.

“Fugi da prostituição. Qualquer outro pecado que o homem comete, é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.” (1 Corintios 6.18)

Você não pode quebrar seu contrato social sem motivo justo, honre- o.

“Honrado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; pois aos devassos e adúlteros, Deus os julgará.” (Hebreus 13.4)

2.2 O pressuposto daqueles que defendem modelos diferentes de casamento, conforme já apontamos anteriormente, é o de que a Bíblia é um livro meramente cultural, por conseguinte, pode ser questionado. A cultura, de fato, é uma produção humana, e, em sua vertente antropológica, não existem culturas superiores ou inferiores, todas elas são diferentes. 

A Bíblia também está repleta de aspectos culturais, costumes que variaram de geração para geração. No entanto, há princípios da Bíblia que são supra culturais isto é, estão para além das culturas locais, e transculturais, podem ser aplicados em todas as culturas, pois a Palavra de Deus é eterna, viva e eficaz (Ml. 3.6; Hb. 4.12). As propostas de casamento, ou contratos que tramitam nas legislações humanas, estão fundamentadas na cosmovisão humanista. O fundamento não é a Bíblia, mas a filosofia pós-moderna, que se sustenta no princípio relativista - não existe verdade, apenas vontade de verdade. 

Os defensores do casamento poligâmico, homossexual e dissolúvel não têm compromisso com a verdade bíblica, justamente porque não acreditam que ela seja a verdade. Os países que adotaram modelos alternativos, diferenciados da Bíblia, para o casamento, são aqueles que podem ser categorizados como pós-cristãos. 

O Brasil ainda é considerado um dos principais países cristãos do mundo, mesmo que muitos dos que são contabilizados como cristãos não passam de nominais. Por isso, mesmo aqueles que se dizem cristãos, por desconhecerem a Bíblia, apoiam projetos e propostas legislativas para o casamento que nada têm de bíblicas. Aqueles que professam a fé em Cristo, e que são verdadeiramente cristãos, por conhecerem as Escrituras, que não podem se afastar dos padrões bíblicos para o casamento.

3. O CASAMENTO BÍBLICO

O princípio fundamental do casamento bíblico é o de que Deus, e não os homens, o ordenou, portanto o casamento não é uma opção, mas uma orientação divina. A primeira cerimônia de casamento foi realizada pelo próprio Deus no Jardim do Éden (Gn. 1.28), tornado homem e mulher, uma só carne (Gn. 2.24). 

A união do primeiro homem e mulher no Éden reafirma o modelo bíblico para o casamento: monogâmico, heterossexual e indissolúvel. A natureza pecaminosa, carnal, impulsionou os primeiros homens à bigamia e poligamia (Gn. 4.18; 5.25), que resultou em invejas e intrigas (I Sm. 1.4-8). Os patriarcas, que optaram pela poligamia, pagaram um custo alto pela decisão (Gn. 29.21-23; 28-31; 30.1-10), bem como os reis de Israel (I Rs. 11.4.7-9). 
No Novo Testamento, tanto Jesus quanto Paulo foram contundentes quanto à proibição da poligamia (Mt. 19.3-6; I Co. 7.1,2), não permitindo que essa fosse uma prática comuns entre os cristãos, especialmente entre aqueles que atuam no ministério pastoral (I Tm. 3.2,12). A heterossexualidade é outro aspecto do casamento cristão, já que Deus criou “macho e fêmea” (Gn. 1.26; 2.24). 

Na religião judaica, o homossexualismo deveria ser punido com a morte, sendo este considerado uma abominação aos olhos de Deus (Lv. 18.22). Não há brecha para a prática homossexual no contexto cristão, sendo essa reprovada pelo apóstolo Paulo (Rm. 1.26). Mas isso não deve ser motivo para homofobia, não podemos esquecer que Jesus ama a todos, inclusive aos homossexuais, por isso, devemos orar por eles, e conduzi-los à verdade, que é Cristo. Não podemos esquecer que todos pecaram (Rm. 3.23), não apenas os homossexuais, e que o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna (Rm. 6.23). 

O casamento cristão deve ser indissolúvel, portanto, não separe o homem o que Deus ajuntou (Mt. 19.6). Leis e mais leis estão sendo criadas pelas autoridade a fim de favorecer o divórcio, mas os cristãos seguem o princípio bíblico para o casamento, por isso, independentemente das leis humanos, optam por obedecer antes a Deus do que aos homens (At. 5.29).

Com festa, sem festa, no cartório ou na igreja, casamento é compromisso firmado diante de testemunhas e de Deus, portando temos que firma este compromisso diante da lei civil para que não escandalizemos alguns. Olha esse exemplo bíblico.

"...E todo o povo que estava na porta, e os anciãos, disseram: Somos testemunhas... ...Assim tomou Boaz a Rute, e ela lhe foi por mulher; e ele a possuiu, e o SENHOR lhe fez conceber, e deu à luz um filho..." (Rute 4:9-13)


Junto ao poço de Jacó, Jesus Cristo dialogou em particular com uma mulher, e revelou o seu parecer sobre a importância da instituição casamento. De acordo com a fé judaica, não bastava que um homem convivesse com uma mulher em união sexual para que eles fossem considerados esposo e esposa. E tal conceito se estende ao cristianismo. O respeito ao casamento do próximo deve ser praticado: Romanos 13.9; 1 Corintios 6.10; Apocalipse 21.8.


"Disse-lhe Jesus: Vai, chama o teu marido, e vem cá. A mulher respondeu, e disse: Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido; Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade." (João 4:16-18)

Se somos seres sociais e temos uma grande nuvem de testemunhas e um Soberano, temos que prestar contas do nossos atos.

Toda a burocracia e despesas com as quais nos envolvemos para formalizar o casamento fazem parte de um momento solene em que nos unimos numa mesma carne a outro ser humano e assumimos responsabilidade para com este, confessamos uma aliança, diante de Deus e dos que nos são queridos. Não são, é verdade, garantia de sucesso, mas devido apenas à dureza dos nossos corações. Não honramos compromissos, não cumprimos palavra dada. Se lemos Malaquias 2 vamos ver que esse capítulo mostra o que o Pai Eterno pensa a respeito dos nossos compromissos não cumpridos. 

Acontecem casamentos nas mais adversas circunstâncias: em meio a guerras, catástrofes, perseguições, etc, o que importa são as intenções do coração e o compromisso com a Palavra de Deus. Como, por aqui, não estamos em alerta vermelho, procuremos viver de forma agradável a Deus = sem escândalos.